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Dr. Luís Andrade: “Temos de aumentar o volume de consultas”

Cada vez mais, é “fundamental” tentar controlar os fatores de risco de uma forma global, no sentido de reduzir significativamente os eventos cardiovasculares a médio-longo prazo. Esta é a visão do Dr. Luís Andrade, que reconhece: “Se há uma altura em que temos de ter esta preocupação é nesta fase, não só pela questão dos eventos ateroscleróticos e vasculares, mas também porque esses eventos vão traduzir-se num pior prognóstico, se o doente tiver uma infeção por SARS-CoV-2, no futuro”.

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Doentes cardíacos devem tomar vacinas da gripe e da pneumonia, recomenda a SPC

A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) aconselha as vacinas da gripe e da pneumonia a quem tem doenças cardíacas, devido aos riscos acrescidos que as infeções respiratórias representam para estes doentes.

Neste âmbito, os Grupos de Estudo de Risco Cardiovascular, Insuficiência Cardíaca, Doenças do Miocárdio e Pericárdio e Hipertensão Pulmonar da SPC sublinham que, durante o inverno, as doenças cardiovasculares têm uma expressão mais grave, acrescentando o vírus da gripe.

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Dr. Vitor Paixão Dias, presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão

Tempo: 16m27s

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A prova dos números

Nas admissões de doentes com ataque cardíaco

- 50%

Nas admissões de doentes com ataque cardíaco

O número de doentes com ataque cardíaco que procurou as urgências hospitalares caiu mais de 50% durante o primeiro surto de COVID-19. A conclusão é de um estudo da ESC que envolveu 3.101 profissionais de saúde em 141 países. Além disso, 62,6% dos respondentes indicaram que os casos mais graves (enfarte de miocárdio STEMI) chegaram ao hospital mais tarde do que o habitual. E 58,5% consideraram que a proporção destes doentes que se apresentou aquém da janela ideal para a intervenção coronária percutânea ou trombólise atingiu os 40%.

Fonte: “Admission of patients with STEMI since the outbreak of the COVID-19 pandemic: a survey by the European Society of Cardiology (ESC)”, conduzido em abril e publicado em junho de 2020

Disrupção na cardiologia de intervenção

Disrupção

na cardiologia de intervenção

A Cardiologia de Intervenção sofreu uma disrupção em múltiplos aspetos devido à COVID-19, oscilando entre a menor disponibilidade das equipas dos laboratórios de cateterismo à redução significativa dos procedimentos, nomeadamente angiografia coronária. A gestão de doentes com síndrome coronária aguda também foi afetada.

Fonte: “Impact of the COVID-19 pandemic on interventional cardiology practice: results of the EAPCI survey”, Marco Roffi, MD; Davide Capodanno, MD, PhD; Stephan Windecker, MD, Andreas Baumbach, MD, PhD; Dariusz Dudek, MD, PhD. Inquérito a 636 especialistas, entre 1 e 15 de abril de 2020.

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Mais de metade dos doentes com COVID-19 submetidos a ecocardiografia demonstraram anomalias ventriculares, no lado esquerdo ou no direito, sendo que num em cada sete casos essas anomalias são severas. A maioria apresentava padrões não específicos de disfunção ventricular, embora numa minoria tenham sido observados novos episódios de enfarte de miocárdio, miocardite e cardiomiopatia de Takotsubo.

Fonte: “Global evaluation of echocardiography in patients with COVID-19”, Marc R Dweck, Anda Bularga, Rebecca T Hahn, Rong Bin, e outros. Estudo envolvendo 1216 doentes, de 69 países, em abril de 2020.

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